Novo Projetos de código — o Bob edita o repositório real do seu time. Ver como funciona
hdiHDIcreator

Seu time já cria software com IA.
Aqui isso acontece sob controle.

Quem vive o problema constrói a solução.
A empresa continua dona dela.

A criação continua rápida.
O risco passa a ser controlado.

role para ver
Em funcionamento
da frase ao sistema
O caminho:
→ pedido em português
→ sistema no ar
→ entrada no parque
Tempo médio
minutos, não sprints
hdicreator · seu sistema
Analista · Suprimentos

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montando o sistema
AplicaçãoDepartamentoCusto/mêsStatus
Comparador de cotações Suprimentos R$ 210 novo
Conferência de notasFinanceiro R$ 380homologado
Diário de obraObras R$ 540produção
A realidade
já está acontecendo
Sem pedir autorização:
→ dado colado em prompt
→ ferramenta fora do inventário
→ sistema na máquina de alguém
O ativo é a criação.
O risco é ela estar fora da sua vista.

Alguém da sua empresa colou dado de cliente num prompt esta semana.

Não por má-fé. Porque tinha um problema para resolver hoje e a fila de TI responde em trimestres. A criação não vai parar — ela só escolhe se acontece dentro ou fora do seu controle.

O dado sai da empresa e ninguém registra para onde foi.
/01

Dado no prompt

O sistema resolve, vira rotina do time e não existe para a gestão.
/02

Ferramenta invisível

Quem criou é o único que entende. Na saída, o conhecimento vai junto.
/03

Refém do criador

Duas áreas resolvendo o mesmo problema, sem saber uma da outra.
/04

Esforço duplicado

A categoria
fábrica governada de software interno
Construída sobre:
→ dado autorizado por pessoa
→ propriedade da empresa
→ homologação e versão
Resultado
a criação vira
ativo da empresa

A criação continua rápida. O risco passa a ser controlado.

Sem o Creator
  • Dado copiado à mão para dentro do prompt
  • Sistema individual, salvo na máquina de alguém
  • Ninguém sabe o que existe
  • Conhecimento preso numa pessoa
  • Custo invisível, sem teto
  • Protótipo abandonado sem histórico
Com o Creator
  • Dado servido conforme a permissão que a pessoa já tem
  • Aplicação pertencente à empresa
  • A gestão enxerga o parque inteiro
  • Equipes constroem juntas
  • Custo e consumo por sistema
  • Histórico, versão e homologação
O caminho
da ideia ao ativo
Quem participa:
→ quem vive o problema
→ o time da área
→ a HDI, na homologação
O que sobra no fim
um ativo da empresa

Criar. Governar. Colaborar. Eternizar.

Quem vive o problema descreve o sistema em português. Não abre chamado, não espera fila.
/0.1

Criar

O sistema nasce dentro da permissão que a pessoa já tem. Cada acesso é registrado.
/0.2

Governar

O time testa, ajusta e evolui. O sistema pertence à empresa, não a quem teve a ideia.
/0.3

Colaborar

Provado o valor, a HDI homologa, profissionaliza e sustenta em produção.
/0.4

Eternizar

Cockpit
o parque numa tela
Cada linha responde:
→ quem criou
→ que dado toca
→ quanto custa por mês
Cada sistema
com dono, custo
e status

O parque de software da empresa, numa tela.

O que está ativo, o que virou rotina, o que foi abandonado, o que toca dado sensível e quanto cada coisa custa. Sem isso, criação de software vira despesa que ninguém consegue nomear.

A fundação
uma camada, não uma tabela
O que mora nela:
→ obras, fornecedores, contratos
→ projetos, pedidos, notas
→ identidades e regras
Regra
acesso por pessoa
e por finalidade

Cada sistema deixa de ser uma ilha.

Não é um banco único aberto a todos — é uma fundação com acesso autorizado. O app de Obras enxerga obra; o de Suprimentos enxerga fornecedor; nenhum dos dois enxerga folha.

A decisão

Toda empresa terá funcionários criando software com IA.

O que se decide agora é se isso acontece dentro ou fora do controle da empresa.

Da frase ao sistema, dentro do controle da empresa.